Data: 14/04/2021 19:44 / Autor: Redação / Fonte: Governo de São Paulo

Escolas da rede estadual de SP retomam atividades presenciais a partir desta quarta-feira

Expectativa é receber entre 500 e 700 mil alunos na primeira semana; retorno não é obrigatório para os estudantes e deve obedecer a limite de até 35% dos estudantes por dia


Crédito: Daniel Guimarães / EducaçãoSP

As escolas da rede estadual de São Paulo retomaram nesta quarta-feira (14) as atividades presenciais em sala de aula de forma gradual e não obrigatória, depois de o Estado sair da fase emergencial e voltar a ser classificado na fase vermelha do Plano SP.

Na fase vermelha, as escolas, de todas as redes de ensino, podem funcionar obedecendo o limite de atender até 35% dos alunos por dia, respeitando os protocolos do segurança.

Um balanço da Secretaria Estadual da Educação aponta que a expectativa é de que entre 500 e 700 mil estudantes das escolas estaduais voltem às aulas presenciais nesta primeira semana de volta à fase vermelha.

O secretário da Educação, Rossieli Soares, esteve pela manhã na Escola Estadual Leopoldo Santana, no Capão Redondo, para acompanhar as atividades.

“Nós estamos voltando de forma não obrigatória, mas as escolas precisam estar abertas para quem precisa, seja no aspecto social, de vulnerabilidade econômica, mas também na vulnerabilidade de aprendizagem. Vamos voltar vagarosamente com todos os cuidados. Além disso, sempre tivemos um cuidado e controle muito grande com o cumprimento dos protocolos”, afirma Rossieli Soares.

Na rede estadual, os alunos que optarem por não participar das aulas presenciais devem acompanhar os conteúdos no formato remoto, pelo Centro de Mídias SP, via aplicativo, com dados de internet patrocinados, ou pela TV Educação e TV Univesp e também os encontros online dos professores das escolas.

A recomendação é de que sejam priorizados nas atividades presenciais nas escolas estaduais os alunos com severa defasagem de aprendizado; dificuldade de acesso à tecnologia; necessidade de alimentação escolar; cujos responsáveis trabalhem em serviços essenciais e com saúde mental sob risco.

“A maioria dos municípios já autorizaram a volta das aulas, nunca paramos de receber os alunos, mesmo na fase emergencial, para alimentação e para outros serviços. Há uma necessidade, uma carência de que as escolas estejam abertas. A educação não pode ser mais um fator de aumento da desigualdade, e a escola pública é muito importante para não deixar isso acontecer”, diz Soares.

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