Data: 24/09/2021 10:59 / Autor: Redação / Fonte: FIERGS

Federação das Indústrias do Estado do RS adere ao programa Copinho Legal

Copos e outros itens plásticos descartados na FIERGS serão coletados e designados ao programa socioambiental que destinará o valor arrecadado para o CEREPAL


Crédito: Divulgação

O programa Copinho Legal, promovido pelo Instituto SustenPlást, agora faz parte dos projetos de descarte correto de materiais plásticos executados na sede da Federação das Indústrias do Estado do RS (FIERGS). A iniciativa objetiva recolher copos, talheres, pratos e outros itens plásticos descartados pela Federação e designá-los ao programa socioambiental, seguindo o conhecido modelo do Tampinha Legal, que destinará o valor arrecadado para o CEREPAL, entidade assistencial participante contemplada.

Segundo o presidente do Instituto SustenPlást, Alfredo Schmitt, essa atitude da FIERGS é um exemplo para todo setor industrial. “A FIERGS é a primeira entidade da indústria do Brasil que está se posicionando de uma maneira clara em termos de reciclagem, de economia circular e de ESG (boas práticas ambientais, sociais e de governança), em relação ao setor plástico e aos demais setores”, afirma Schmitt.

Para o superintendente geral da FIERGS, Carlos Heitor Zuanazzi, é uma satisfação muito grande essa parceria com o SustenPlást. “Hoje a FIERGS já tem um apoio muito grande da Fundação Gaúcha dos Bancos Sociais com o Tampinha Legal, então este momento é o registro de mais uma parceria importante que vai servir de exemplo para muitas empresas e indústrias a aderirem este tipo de atividade que trazem resultados sociais e econômicos”, salienta.

A coordenadora do Instituto SustenPlást, Simara Souza, explica que o Copinho Legal cumpre seu caráter educativo quando a sociedade compreende a importância de suas atitudes corretas. “A atitude protagonista da FIERGS é exemplar para a indústria brasileira e para outras federações. Desta forma, a gestão de resíduos do segundo setor (indústria) se alia a gestão de recursos do terceiro setor (entidades assistenciais)”. Segundo Simara, o material coletado deve ser encaminhado em sacos plásticos transparentes e segregados em dois grupos: brancos e transparentes sem marcas ou logos e outro com itens coloridos e/ou com logos. O material não será segregado pelas entidades assistenciais participantes, ou seja, devem ser destinados de forma que sejam encaminhados diretamente para a reciclagem. Para isso devem estar livres de outros materiais contaminantes como vidros, latas, papeis, parafusos, baterias, etc.

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